Infância

Mãe conta as 4 lições que aprendeu ao viajar com a filha autista de 6 anos

Getty Images
Imagem: Getty Images

Do UOL, em Sâo Paulo

A editora do site americano "Upworthy" Tana Totsch-Kimsey fez um relato emocionante sobre como foi viajar com Emma, sua filha de seis anos que tem autismo. 

Segundo Tana, qualquer ida ao mercado já é um grande esforço para Emma, mas quando Julia, a filha mais velha, pediu para ir a Washington, capital dos Estados Unidos, a mãe resolveu que era hora de enfrentar seus receios. 

A seguir, as quatro lições que a família tirou do passeio e que foram publicadas, em outubro, no "Upworthy".

  • Tudo bem entrar em pânico

    "Antes de a viagem começar, já estava entrando em pânico", conta Tana em seu relato. Segundo ela, pensar o que Emma faria nas 12 horas de viagem de carro ou como ela agiria em lugares desconhecidos era aterrorizador. O que aconteceu? Apesar de Emma não mostrar nenhum interesse por grande parte do tour pela Casa Branca, em alguns momentos da viagem, ela teve o comportamento que Tana temia: arremessava os sapatos quando estava entediada e cuspiu no chão do Senado, por exemplo. "Mas eu não morri de vergonha como esperava nem desisti e resolvi que ia voltar para casa", fala Tana.

  • As pessoas são mais compreensíveis do que você imagina

    Quando Emma está em algum lugar público, às vezes, gosta de tocar em objetos, o que a mãe imaginou que poderia causar alguns constrangimentos, como quando a menina agarrou o lenço de uma mulher próxima a eles. Tana pediu desculpas diversas vezes, mas a moça não só disse que estava tudo bem, como também conversou com Emma e garantiu a todos que os filhos dela também eram curiosos.

  • Ninguém diz não para o abraço de uma criança

    Quando as pessoas interagem com Emma, é normal que ela fique entusiasmada e queira abraçá-los. Tana sempre se sentia desconfortável com essas reações da filha, mas, durante a viagem a Washington, descobriu que as pessoas não veem problema algum em uma criança pedindo abraços. E, na maioria das vezes, ninguém nem se preocupa com os pedidos de desculpa da família.

  • Todo mundo precisa de um tempo de adaptação

    Tana queria muito assistir a uma exibição em vídeo no Museu Nacional do Ar e Espaço, em Washington, mas estava com receio de que Emma não conseguisse ver o filme quieta. Apesar de Emma ameaçado gritar e arremessar objetos, a menina ficou quieta depois de um tempo. "Quando percebi, Emma estava tão absorta no filme quanto eu."

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.title}}

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

BBC
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Revista Ana Maria
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Gravidez e Filhos
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
UOL Notícias - Cotidiano
do UOL
UOL Notícias - Cotidiano
do UOL
do UOL
Gravidez e Filhos
Disney Babble
BBC
Gravidez e Filhos
Gravidez e Filhos
Folha de S. Paulo
do UOL
Gravidez e Filhos
Topo