Gestação

Atividade física durante a gestação pode estimular o cérebro do bebê

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Exercícios leves três vezes por semana podem estimular desenvolvimento cerebral do bebê, diz pesquisa Imagem: Getty Images/iStockphoto

Relax News

Pesquisadores da Universidade de Montreal descobriram que 20 minutos de exercícios leves três vezes por semana podem estimular o desenvolvimento cerebral do bebê. As 18 mulheres monitoradas, todas a partir do segundo trimestre da gravidez, praticaram caminhada, corrida, pedalaram ou nadaram.

A equipe da Universidade de Montreal apresentou suas descobertas no dia 10 de novembro de 2013, durante o encontro anual da Society for Neuroscience, realizado em San Diego, na Califórnia.

Os pesquisadores realizaram eletroencefalogramas (EEG) diários para medir a atividade cerebral de bebês do oitavo ao 12º dia de vida enquanto dormiam. "Nós instalamos 124 eletrodos de material macio sobre a cabeça de cada bebê e aguardamos até que eles pegassem no sono no colo da mãe", explica a pesquisadora Elise Labonte-LeMoyne. 

"Os resultados obtidos mostram que os filhos de mães fisicamente ativas durante a gravidez têm reações cerebrais mais maduras, o que indica que o cérebro se desenvolveu mais rápido", afirma Elise.

Infográfico mostra exames que a gestante deve fazer

  • Arte/UOL

Estudos anteriores já haviam destacado os benefícios da prática de exercícios durante a gravidez para a saúde dos bebês. Pesquisas realizadas com animais também apontam para uma relação de causa e consequência entre atividade física ao longo da gestação e alterações sobre o cérebro do feto. Entretanto, pesquisadores pedem cautela e ressaltam que esse é apenas um panorama inicial sobre o tema.

"Acima de tudo, acreditamos que isso vai encorajar as mulheres a mudarem seus hábitos, uma vez que o simples ato de se exercitar durante a gravidez pode afetar o futuro de seus filhos," diz o pesquisador Dave Ellemberg.

"Enquanto o sedentarismo aumenta o risco de ocorrência de complicações durante a gravidez, manter-se ativa pode simplificar a recuperação pós-parto, tornar a gravidez mais confortável e ainda reduzir o risco de obesidade na infância da criança," diz o professor Daniel Curnier, também envolvido no estudo.

Thinkstock

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