Infância

Escola americana proíbe pais de encobrirem esquecimentos dos filhos

Reprodução/Facebook
"Nos ensinamos a resolver problemas", diz postagem Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

22/08/2016 16h02

Uma escola católica americana causou furor na internet após postar no Facebook um aviso colocado na porta da instituição e destinado aos pais dos alunos. O recado pede a eles que deem meia volta e saiam do prédio, caso tenham ido entregar lanches, tarefas, livros ou equipamentos esquecidos pelos filhos, pois, em sua ausência, os estudantes devem aprender a se virar. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.

No post, que já tem 70 mil curtidas e mais de 3.600 comentários, a escola afirma: “bem-vindos à escola católica para meninos. Nós ensinamos leitura, escrita, aritmética e a solucionar problemas”.

A decisão da instituição, localizada em Little Rock, no Estado de Arkansas, gerou polêmica. Enquanto alguns internautas consideraram a medida positiva, uma vez que incentiva os alunos a desenvolverem a autonomia, outros a enxergaram como abusiva.

Ao jornal, Steve Straessle, diretor da escola, afirmou que se trata apenas de uma estratégia para evitar que os garotos, que têm entre 14 e 18 anos, usem o “botão automático” de ligar para os pais sempre que algo der errado.

Para o estudante Patrick Wingfield, a política o leva a pensar por si mesmo em vez de depender de terceiros para fazer as coisas por ele. Além disso, quando comete um erro, ele tem a chance de aprender com isso e de tentar solucionar a questão sozinho.

Na rede social, as opiniões estão divididas. Uma mulher chamada Dani Leppo fez um comentário dizendo que a escola é hipócrita e que fazer os alunos passarem fome certamente não irá melhorar sua educação. “Jesus não diria a uma criança faminta para se virar”, escreveu.

Já a internauta Joani Matthews ressaltou que não se trata de crianças do ensino infantil ou fundamental, mas de adolescentes que são bem crescidos para saber agir.

Fundada em 1930, a escola católica é conhecida por uma certa rigidez e também por apresentar resultados acima da média nacional nos exames classificatórios para entrar na universidade.

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