Gravidez e filhos

Mães que viajam sem os filhos: elas fazem como Mirella e ignoram críticas

Montagem/Fotos Reprodução/Instagram
Mirella e o marido, Ceará, em Paris; à direita, a resposta dela a uma seguidora que a criticou por deixar a filha no Brasil Imagem: Montagem/Fotos Reprodução/Instagram

Pamela Marul

Colaboração para o UOL

02/01/2017 16h19

Mirella Santos foi bombardeada de críticas ao postar, em seu perfil no Instagram, um vídeo no qual a filha, Valentina, aparece ao lado da avó materna desejando Feliz Ano Novo. A menina de dois anos ficou no Brasil, enquanto Mirella e o marido, o humorista Wellington Muniz, o Ceará, viajaram para curtir o Réveillon na Europa. Foi a primeira viagem que o casal fez sozinho depois de a filha ter nascido.

 

Minha vida ??!!Aí que saudades minha vida ?@valentinamunizreal ???

A video posted by Mirella Santos (@misantosoficial)

 

 

on

Alguns internautas entraram na postagem para dizer que estavam perplexos de ver a artista passar a data longe da filha. Mirella não deixou barato e respondeu aos seguidores. "Se você não cuidar do casamento, seu filho cresce e você fica sozinha”, escreveu a apresentadora.

Criticada por uns e vista como eficiente para outros, a prática de deixar filhos pequenos com parentes em viagens para ter um tempo só para o casal é algo muito comum em casais. O UOL ouviu cinco mulheres contam os benefícios de fazer programas longe dos filhos, mesmo sabendo que podem receber olhares de reprovação.

Aline Carvalho, 39, é mãe de Guilherme, 13, e Pedro, 1

“O Guilherme sempre ficou com a madrinha dele para meu marido e eu fazermos programas a dois. Quando o Pedro completou nove meses, sentimos necessidade de voltar a ter esse momento só nosso e propus voltar a fazer isso. A primeira saída foi tensa. Ficávamos ligados no celular, preocupados com o que estava acontecendo em casa. Agora tem sido maravilhoso. O casamento já era bom e ficou melhor. Nosso programa favorito é sair para jantar. Tenho certeza de que esse refresco também melhorou a convivência com as crianças, principalmente no quesito paciência”.

Paola Martello Lins, 34, é mãe de Ana Clara, 5

“A Ana Clara não aceitava ficar com ninguém, então, demoramos a conseguir sair só os dois. Até que um dia, no final de 2015, ela quis dormir na casa do meu pai e vimos que dava para começar a planejar saídas. Todo sábado, ela fica com meu pai e meu marido e eu saímos para jantar ou ir ao cinema. Esse tempo só para nós dois melhorou muito nosso casamento, pois agora olhamos mais um para o outro. Só lamentamos não ter podido fazer isso antes. Os passeios são o máximo. Podemos comer tranquilamente sem desespero, andar de mãos dadas sem a pequena ter um ataque de ciúme.”

Carolina Torres, 30, mãe de Gabriela, 2

“Quando a Gabi nasceu, meu marido e eu acabamos nos afastando. Eu me sentia só mãe, sempre de pijama, estava acabada, cansada, não dormia. Meu marido sentia vontade de sair e eu também. Quando ela completou três meses, decidimos fazer uma tentativa e deixar a Gabi com a minha sogra. Foi ótimo! Nós nos reaproximamos e, a partir daí, nunca mais deixamos de reservar um tempo só para a gente. Pelo menos uma vez por semana, saímos para jantar, ir ao cinema, e dançar. Quando a criança é novinha, é difícil tomar essa decisão. Sentia que estava abandonando meu bebê, mas, no final, percebi que era bom para todos nós. Com certeza, essas saídas melhoraram muito meu casamento”.

Gabriella Costa, 33, é mãe de Davi Augusto, 3

“Começamos a sair sozinhos quando o Davi tinha cinco meses. A necessidade de ter um tempo só nosso pintou quando ele estava com três meses, mas esperamos um pouco. Saímos uma vez por semana, vamos ao cinema, barzinhos, jantares na casa de amigos. Não foi uma decisão fácil, mas necessária. A primeira vez que deixamos o Davi em casa, quase voltamos a 30 metros do portão, mas decidimos que iríamos até o fim. A maior dificuldade é aceitar que você também merece um lazer com seu marido. Comecei a perceber que chegava mais feliz em casa e assim repassava essa minha felicidade para o Davi.”

Carol Minhoto, 33, é mãe de João Paulo, 3

“Começamos a sair sem o João quando ele tinha três meses. Logo que ele nasceu sabia o quanto seria difícil me separar dele para passear, mas, como adoro sair, desde o primeiro mês de vida dele, sentia necessidade, mas não tinha coragem. Saíamos em horários de criança e em lugares abertos para que ele pudesse estar com a gente. Isso quando ele fez um mês. Pouco a pouco senti necessidade de sairmos só nós dois, então, aos três meses, criei coragem e fomos. E só consegui porque deixei o João com meus pais. Adoramos sair para jantar. Bater papo, trocar carinho e experiências, que durante a semana são difíceis. Hoje o João está com três anos e continuamos saindo toda semana só nós dois, pelo menos uma vez por semana. Toda quarta é nossa quarta!”

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