Pós-parto

Kelly Key faz massagem nos braços para combater inchaço no pós-parto

Adriana Nogueira

Do UOL

30/01/2017 11h46

No domingo (30), três dias após dar à luz Artur, seu terceiro filho, Kelly Key postou em seu Instagram uma foto em que aparece recebendo massagem nos braços e, ao mesmo tempo, amamentando o menino.

"Vocês não têm noção de como estavam meus tornozelos e meus braços! Muito inchados. Muito mais do que na gestação", escreveu a cantora em sua conta na rede social.

Segundo Kelly, o nome da massagem que ela fez é lipomodelagem orgânica, uma espécie de drenagem linfática. O fisioterapeuta Maurício Garcia, coordenador do setor de fisioterapia do Instituto Cohen e profissional do Centro de Traumatologia do Esporte da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que o objetivo da massagem é, por meio de toques suaves e deslizantes, direcionar o excesso de líquidos do corpo para os gânglios linfáticos e de lá para os rins, para que seja eliminado via urina.

Nas áreas em que a cantora citou em seu post no Instagram, a massagem não tem contraindicação alguma no pós-parto. Mas o abdome requer atenção, principalmente se a recém-mãe tiver se submetido a um parto cesáreo, caso de Kelly.

“Antes de mais nada, a mulher precisa ter a liberação do ginecologista obstetra que acompanhou a sua gestação. No caso do abdome, acho conveniente esperar, pelo menos, um mês. Na ocorrência de uma cesárea, porque a mulher pode prejudicar o processo de cicatrização do corte. E em um parto normal, pode haver uma sensibilidade grande, pois a barriga passou nove meses se distendendo.”

Garcia afirma que a amamentação por si só é capaz de provocar o mesmo efeito no corpo da mulher do que a drenagem linfática. “Com a associação da massagem, o efeito será potencializado, mas recomendo não ultrapassar a frequência de duas vezes por semana. Até porque o objetivo é fazer o corpo aprender a eliminar sozinho esse excesso de líquido.”

 

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Saúde do homem também pode complicar gestações; veja entrevista

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 10% das mulheres grávidas e 13% das que acabaram de dar à luz sofrem algum tipo de distúrbio mental. Em países em desenvolvimento o índice sobe para 20%. A depressão seria o comportamento mais comum entre esses distúrbios e requer, na maioria das vezes, interferência psiquiátrica. Ela se difere de baby blues ou tristeza materna, que é uma situação considerada normal e temporária, e atinge cerca de 80% das mulheres. Depressão pós-parto e perda gestacional foi o tema da transmissão ao vivo da "TV Folha" nesta quarta-feira (27), com as participações da obstetra e ginecologista do Hospital das Clinicas de São Paulo Albertina Duarte e da especialista em cuidados com bebês e crianças Mariana Alves. A mediação é da blogueira Camila Appel, do "Morte Sem Tabu". Há alguns fatores de risco para se considerar, como passar por quebras de expectativas (ter imaginado o parto perfeito ou não sentir amor imediato pelo bebê), já ter tido depressões prévias e perdas gestacionais. O momento é de extremo cansaço para mãe, que pode sofrer de transtornos de humor normais em até um mês após o parto. Se o quadro se agrava depois do período, é recomendada a busca por ajuda médica. A perda gestacional impacta cerca de 10% das mulheres e é sentida como um luto profundo, por mulheres e homens. Entre as causas, Albertina destaca a má-formação do feto, infecções, falta de vitamina (D especialmente) e stress. Ressalta também que a perda pode acontecer devido a infecções presentes no esperma e por isso ser algo não apenas relacionado à saúde da mãe. Mariana fala em um aumento tanto de casos de depressão pós-parto quanto de perdas gestacionais. Albertina e Mariana concordam que sintomas da sociedade contemporânea estariam associadas a essa realidade, como o stress e a má alimentação.

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