Pós-parto

'Tão delicado e exaustivo', diz Rafa Brites sobre nascimento do 1º filho

Do UOL

A apresentadora Rafa Brites, que deu à luz Rocco em 2 de fevereiro, postou uma foto no Instagram em que aparece com o cabelo preso por uma piranha e junto um pacote de elásticos. A façanha foi resultado da pressa de se arrumar para ir a uma consulta médica entre uma mamada e outra do primeiro filho.

Junto com a imagem, ela --que é casada com o também apresentador Felipe Andreoli-- fez um depoimento emocionado sobre a maternidade e homenageou as mulheres que, ao contrário dela, viram-se sem apoio nem estrutura.

 

Não sobre mim...Sobre vocês... Ontem saí de casa para uma consulta... quando olho no espelho vejo isso aí. Na pressa de voltar a tempo pra próxima mamada prendi com a piranha mas veio isso junto eu nem percebi. Sou mãe há 5 dias.A palavra que define é descomunal. Um sentimento que vem de um lugar que eu nunca tinha acessado antes.Mas sabe o que não paro de pensar? Em você :mãe que não conta com a estrutura que eu tenho. Porque, sem hipocrisia, eu tenho TODO e qualquer auxílio: convênio médico, funcionários deixando a casa em ordem. Eu pisco ta tudo limpo. Almoço na mesa. Meu exoval impecável. Dor nas costas? Chamo o massagista. Inchaço? Drenagem. Meus pais no quarto ao lado. Minha sogra um amorzinho, sempre sensível com as dicas.Meu marido nem se fala ... me surpreendeu de tão bom pai.E principalmente: meu filho nasceu com saúde de ferro. MAS, mesmo assim...Nunca passei por nada tão delicado e exaustivo físico e emocionalmente. ENTÃO, toda hora... penso em VOCÊS. De onde vem essa força? Não me sinto digna de dizer que estou cansada ou insegura com algo SABE PQ??? Quantas de vocês tomam conta de tudo, casa, roupa , louça..Ou não tem um bom relacionamento com a familia,as vezes o pai nem assume o filho. E muitas outras já tem outras filhos pra vestir mandar pra escola.Moram em lugares sem conforto, encaram filas da saúde publica... e a criança nasceu com algum.problema de saúde seja ele o grau de gravidade que for...Muitas de vcs me seguem pq trabalho na TV. Esperam dicas aqui. Adoram ver um look de grávida ou algum apetrecho importado novo..Mas saibam : A minha inspiração são VOCÊS. Nessa nobreza em se virar em mil e criarem seus filhos com o que tem. VOCÊS ESTÃO EM MEUS PENSAMENTOS DIÁRIOS E ME DÃO A MAIOR FORÇA MESMO SEM SABER. OBRIGADA

Uma foto publicada por Rafa Brites (@rafabrites)

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Saúde do homem também pode complicar gestações; veja entrevista

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 10% das mulheres grávidas e 13% das que acabaram de dar à luz sofrem algum tipo de distúrbio mental. Em países em desenvolvimento o índice sobe para 20%. A depressão seria o comportamento mais comum entre esses distúrbios e requer, na maioria das vezes, interferência psiquiátrica. Ela se difere de baby blues ou tristeza materna, que é uma situação considerada normal e temporária, e atinge cerca de 80% das mulheres. Depressão pós-parto e perda gestacional foi o tema da transmissão ao vivo da "TV Folha" nesta quarta-feira (27), com as participações da obstetra e ginecologista do Hospital das Clinicas de São Paulo Albertina Duarte e da especialista em cuidados com bebês e crianças Mariana Alves. A mediação é da blogueira Camila Appel, do "Morte Sem Tabu". Há alguns fatores de risco para se considerar, como passar por quebras de expectativas (ter imaginado o parto perfeito ou não sentir amor imediato pelo bebê), já ter tido depressões prévias e perdas gestacionais. O momento é de extremo cansaço para mãe, que pode sofrer de transtornos de humor normais em até um mês após o parto. Se o quadro se agrava depois do período, é recomendada a busca por ajuda médica. A perda gestacional impacta cerca de 10% das mulheres e é sentida como um luto profundo, por mulheres e homens. Entre as causas, Albertina destaca a má-formação do feto, infecções, falta de vitamina (D especialmente) e stress. Ressalta também que a perda pode acontecer devido a infecções presentes no esperma e por isso ser algo não apenas relacionado à saúde da mãe. Mariana fala em um aumento tanto de casos de depressão pós-parto quanto de perdas gestacionais. Albertina e Mariana concordam que sintomas da sociedade contemporânea estariam associadas a essa realidade, como o stress e a má alimentação.

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