Gestação

Pais de meninas são mais atentos às filhas do que pais de meninos

Getty Images
O estudo foi elaborado pela Universidade Emory, nos EUA, com 30 pais de meninas e 22 de meninos Imagem: Getty Images

Do UOL

01/06/2017 09h58

Estudo publicado no jornal científico “Behavioral Neuroscience”, da Associação Americana de Psicologia, concluiu que pais de meninas são mais atentos às necessidades das filhas e as atendem mais rapidamente do que pais de meninos. A conclusão foi alcançada após o acompanhamento de 30 pais de meninas e 22 pais de meninos, com idades entre 12 e 36 meses.

A análise feita pela Universidade Emory, nos Estados Unidos, foi possível graças ao registro das interações entre pais e filhos –um gravador era acionado aleatoriamente, por 50 segundos, a cada nove minutos— e exames de ressonância magnética funcional, que registravam que áreas do cérebro dos homens ficavam mais ativas ao interagirem com as crianças.

A pesquisa ainda constatou que os pais de meninas cantavam mais para as filhas do que os de meninos e falavam mais abertamente sobre emoções, como tristeza, possivelmente porque aceitavam mais facilmente os sentimentos delas.

Já os pais de meninos eram mais engajados nas chamadas “brincadeiras de mão” e usavam com eles palavras mais ligadas a realizações e proezas, como orgulho, vitória e superior.

Pela ressonância magnética descobriu-se que os pais de meninas tiveram respostas mais fortes às imagens das filhas com expressões de alegria, em regiões do cérebro importantes para o processamento visual, recompensa, regulação das emoções e processamento de faces do que os pais de meninos.

Ainda de acordo com os exames de imagens, os pais de meninos reagiram mais fortemente às imagens dos filhos com expressões faciais neutras –o que demonstra ambiguidade. Não houve diferença significativa na maneira de agir de ambos os grupos diante de imagens dos filhos tristes.

“A maioria dos pais está tentando fazer o melhor que podem para ajudar os filhos a terem sucesso, mas é importante entender como as interações com as crianças podem ser sutilmente tendenciosas com base no gênero ", afirmou Jennifer Mascaro, pesquisadora líder do estudo, da Universidade Emory.

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