Gravidez e filhos

Parece novela! Casal que não podia ter filhos tem gêmeos gerados por amiga

Reprodução/Facebook/Kevin Barattini
Todos estavam presentes no parto dos gêmeos Imagem: Reprodução/Facebook/Kevin Barattini

Do UOL, em São Paulo

01/06/2017 15h42

Se a sua amiga não pudesse engravidar, você ofereceria a sua barriga para gerar os bebês dela? Este caso, digno de novela, aconteceu em Nova York (EUA) e teve um final bem feliz. Mãe de cinco filhos, Lianna Fives, 37, topou ser a "barriga solidária" um um casal de amigos, Nicole e Kevin Barattini.

Portadora de uma doença rara no sangue, chamada Púrpura Trombocitopênica Trombótica (PTT), Nicole foi proibida de engravidar pelos médicos, pois tanto ela quanto o bebê poderiam morrer. Adotar ou contratar uma barriga de aluguel estavam fora de questão, devido ao custo elevado de US$ 90 mil (R$ 291 mil).
 
Em uma noite de dezembro de 2015. Lianna e o marido, Shawn, anunciaram uma solução surpresa: ela carregaria um bebê para os Barattini, de graça. O casal ficou atordoado. "Pelos seus rostos, e sua excitação, era claro que eles não estava acreditando", contou Lianna para a People.
 
Janelle Broke/Reprodução/Facebook
Nicole e Kevin Barattini tiveram os gêmeos Dominic e Luciana com a ajuda da amiga Imagem: Janelle Broke/Reprodução/Facebook
Em Nova York, pagar por uma barriga de aluguel é ilegal. No entanto, ter o bebê por altruísmo, sem qualquer tipo de pagamento envolvido, é permitido. Os bebês nasceram em 10 de fevereiro. Primeiro Dominic, seguido minutos depois por Luciana. Os pais acompanharam o parto. Agora, Lianna e Shawn são os padrinhos dos bebês.
 
E, apesar de muitas pessoas perguntarem a Lianna como ela poderia desistir dos bebês, ela contou já ter a resposta na ponta da língua: seus pães, meu forno. "Eu sempre terei uma conexão com os gêmeos, mas não tive nenhum problema em deixá-los".
 
Essa história não poderia acontecer no Brasil. A lei permite apenas a barriga solidária, quando o útero é cedido por alguma mulher de até 50 anos, desde que tenha parentesco de até quarto grau (mãe, irmã, avó, tia ou prima) com um dos pais. Também sem transações financeiras envolvidas.

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