Pós-parto

Kelly Key está voltando ao peso aos poucos e crava: "é preciso paciência"

Reprodução / Instagram
Imagem: Reprodução / Instagram

Thamires Andrade

Do UOL

26/06/2017 17h15

Kelly Key tem usado sua conta no Instagram para registrar sua rotina de treinos e alimentação no pós-parto. Ela já emagreceu bastante desde que deu à luz Artur, seu terceiro filho, mas conta que seu físico ainda não é o mesmo de antes da gestação.

"O corpo está voltando aos pouquinhos. Não voltei nem a pesar o mesmo de antes. Estou com 77 quilos e antes do Artur pesava 70", diz.

Mas Kelly está tranquila, pois confia que vai conseguir ter o físico que deseja. "Não estou desesperada. Sei que é um processo lento, até porque estou amamentando o Artur", conta.

Tenha paciência

A cantora quer mostrar para as mulheres que tiveram filho recentemente que é normal ficar com o corpo diferente por um tempo.

"Ficamos ansiosas porque passamos meses com um corpo diferente do normal. Aí queremos caber nas mesmas roupas de novo, só que precisamos ter consciência de que o corpo nesse momento está sob o comando de milhões de hormônios. É preciso ter paciência", diz.

Mas Kelly alerta também que é preciso tomar cuidado com aquele tipo de pensamento: 'Ah, acabei de ter neném, então, posso comer bastante'. A cantora acredita que isso faz com que muita gente adquira gordura no pós-parto, fazendo com que o sonho de voltar à forma fique mais distante.

"Sem pressa, aos poucos, tudo volta ao normal, é natural a mudança no corpo da gente. E cada um tempo tem seu tempo para voltar. Umas são mais rápidas, outras mais lentas", diz.

Corpo ótimo pela rotina de treino

Kelly afirma que "sem dúvida" os quatro anos em que passou com alimentação e treino regrados a ajudaram a perder peso mais rápido no pós-parto.

"Nas outras duas gestações não foi tão fácil quanto agora. O Artur está com quatro meses e eu estou com um corpo ótimo. Das outras vezes penei mais para emagrecer", diz.

Nada de dieta low carb

Kelly diz que é "pesada" e que para secar costuma reduzir o carboidrato do cardápio. No entanto, como está amamentando Artur, essa opção está completamente descartada. "Minha nutricionista leva tudo isso em consideração antes de elaborar o cardápio. Não posso diminuir o carboidrato e, sem cortar um pouco, não consigo perder muito peso, mas tudo bem", fala.

Atualmente, as refeições de Kelly são sempre feitas com carboidrato e proteína. "Tudo que eu como vejo a reação do Artur. Atualmente, posso comer feijão e brócolis, mas camarão dá reação nele. Também precisei testar várias marcas de whey protein até achar uma que ele se adaptasse e não ficasse com gases, prisão de ventre ou diarreia", fala.

No café da manhã, Kelly come uma tapioca com ovos e um café com leite sem lactose. No almoço, o carboidrato costuma ser o arroz integral, acompanhado de peixe e brócolis.

No lanche, a cantora come uma omelete com queijo e tomate e mais uma dose de café. No jantar, o prato costuma ser uma panqueca integral com patinho e salada. Na ceia, a cantora come iogurte com castanhas.

Rotina de treinos

Vinte dias depois do parto de Artur, Kelly conta que começou a fazer caminhadas na esteira. Após 45 dias que ela voltou para a musculação. "Foi só dois meses depois do parto que meti bronca e voltei para os treinos mais intensos sem restrições", conta.

Mesmo acostumada a treinar, ela sente que está começando do zero por conta da mudança na sua composição corporal. “Não aguento a mesma intensidade, nem os mesmos pesos. Exercícios para o abdome, então, são os mais difíceis”, conta.

Atualmente, a cantora faz treino de musculação duas vezes por semana. Nos outros dias, faz treinos de HIIT (High Intensity Interval Training). também conhecido como treino intervalado de alta intensidade. “Minha intenção é aumentar o gasto calórico e melhorar o preparo físico para restabelecer a força muscular. Estou voltando a intensidade de antes para ter mais disposição e voltar com o físico ao normal”, conta.

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Saúde do homem também pode complicar gestações; veja entrevista

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 10% das mulheres grávidas e 13% das que acabaram de dar à luz sofrem algum tipo de distúrbio mental. Em países em desenvolvimento o índice sobe para 20%. A depressão seria o comportamento mais comum entre esses distúrbios e requer, na maioria das vezes, interferência psiquiátrica. Ela se difere de baby blues ou tristeza materna, que é uma situação considerada normal e temporária, e atinge cerca de 80% das mulheres. Depressão pós-parto e perda gestacional foi o tema da transmissão ao vivo da "TV Folha" nesta quarta-feira (27), com as participações da obstetra e ginecologista do Hospital das Clinicas de São Paulo Albertina Duarte e da especialista em cuidados com bebês e crianças Mariana Alves. A mediação é da blogueira Camila Appel, do "Morte Sem Tabu". Há alguns fatores de risco para se considerar, como passar por quebras de expectativas (ter imaginado o parto perfeito ou não sentir amor imediato pelo bebê), já ter tido depressões prévias e perdas gestacionais. O momento é de extremo cansaço para mãe, que pode sofrer de transtornos de humor normais em até um mês após o parto. Se o quadro se agrava depois do período, é recomendada a busca por ajuda médica. A perda gestacional impacta cerca de 10% das mulheres e é sentida como um luto profundo, por mulheres e homens. Entre as causas, Albertina destaca a má-formação do feto, infecções, falta de vitamina (D especialmente) e stress. Ressalta também que a perda pode acontecer devido a infecções presentes no esperma e por isso ser algo não apenas relacionado à saúde da mãe. Mariana fala em um aumento tanto de casos de depressão pós-parto quanto de perdas gestacionais. Albertina e Mariana concordam que sintomas da sociedade contemporânea estariam associadas a essa realidade, como o stress e a má alimentação.

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