Gravidez e filhos

Mãe desabafa contra movimento antivacina após filha ir parar no hospital

Reprodução/Facebook/Camille Echols
Menina foi parar na emergência do hospital Imagem: Reprodução/Facebook/Camille Echols

Vivian Ortiz

Do UOL, em São Paulo

02/07/2017 18h00

Uma mãe norte-americana usou seu perfil no Facebook para fazer uma súplica aos pais, pedindo que se informem sobre a importância das vacinas, após a própria filha ser exposta a uma doença potencialmente fatal, mas que poderia ter sido evitada.

Camille Echols, uma enfermeira de 34 anos, precisou levar a filha de 11 anos, Ashley, até a emergência por um simples motivo: a menina precisou de um transplante de rim quando tinha dois anos, o que a impede de tomar vacinas com o vírus vivo, como é o caso da varicela. Com isso, basta uma outra pessoa deixar de tomar as devidas doses de vacina para que a menina seja ameaçada.

"Ela foi exposta a uma criança com varicela e agora estamos na emergência, recebendo medicação, e depois precisamos aguardar para ver o que o médico infectologista diz", explica Camille em sua postagem.

O período de incubação da varicela é de sete a 21 dias. Por isso, ressalta a mãe, mesmo com todo o tratamento que a menina recebeu, ela ainda pode ficar bastante doente nas próximas três semanas.

"Por favor, se você é alguém que acredita que o seu filho vai ter autismo após tomar vacinas, informe-se. Não existe um único estudo revisto que tenha chegado a esta conclusão. E as pessoas que escolhem não tomar vacinas expõem crianças como a minha filha ao risco. Ela já passou por tanta coisa, e isso seria evitável", diz.

Movimento preocupante

Vêm ganhando força no Brasil e no mundo grupos que se recusam a vacinar os filhos ou a si próprios. Esses movimentos estão sendo apontados como um dos principais fatores responsáveis por um recente surto de sarampo na Europa, onde mais de 7 mil pessoas já foram contaminadas.

No Brasil, os grupos são impulsionados por meio de páginas temáticas no Facebook que divulgam, sem base científica, supostos efeitos colaterais das vacinas, como o autismo.

O avanço desses movimentos já preocupa o Ministério da Saúde, que observa queda no índice de cobertura de alguns imunizantes oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS).

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