Pós-parto

Tops de ginástica especiais para mães que amamentam? Marca australiana tem

Reprodução/Instagram/@xothreeactive
Tops facilitam a amamentação Imagem: Reprodução/Instagram/@xothreeactive

Do UOL, em São Paulo

18/08/2017 12h52

Se existe algo que dificulta a vida da maioria das mães é não encontrar roupas que facilitem a amamentação do bebê em qualquer lugar ou momento. E o problema aumenta no caso das mamães que voltam a malhar assim que são liberadas pelos médicos.

Pensando em situações assim, a marca australiana XOthree Active desenvolveu tops e leggings ideais para mulheres lactantes e no pós-parto. "Com altos níveis de elasticidade e uma excelente capacidade de retomar a forma, os tecidos oferecem secagem rápida, tecnologia respirável e longa duração", explica o site da marca.

Dá para entender melhor como funcionam as peças no vídeo abaixo.

Eles disponibilizam tops para exercícios de baixo, médio e alto impacto. Outra funcionalidade é que as peças podem aumentar em até dois tamanhos – algo bem útil, visto que o volume dos seios de mulheres que amamentam varia ao longo do dia. Outra preocupação, segundo a marca, é que o modelo não comprima as mamas.

A boa notícia é que, apesar de australiana, a marca entrega no Brasil. Mais informações: www.xothree.com

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Saúde do homem também pode complicar gestações; veja entrevista

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 10% das mulheres grávidas e 13% das que acabaram de dar à luz sofrem algum tipo de distúrbio mental. Em países em desenvolvimento o índice sobe para 20%. A depressão seria o comportamento mais comum entre esses distúrbios e requer, na maioria das vezes, interferência psiquiátrica. Ela se difere de baby blues ou tristeza materna, que é uma situação considerada normal e temporária, e atinge cerca de 80% das mulheres. Depressão pós-parto e perda gestacional foi o tema da transmissão ao vivo da "TV Folha" nesta quarta-feira (27), com as participações da obstetra e ginecologista do Hospital das Clinicas de São Paulo Albertina Duarte e da especialista em cuidados com bebês e crianças Mariana Alves. A mediação é da blogueira Camila Appel, do "Morte Sem Tabu". Há alguns fatores de risco para se considerar, como passar por quebras de expectativas (ter imaginado o parto perfeito ou não sentir amor imediato pelo bebê), já ter tido depressões prévias e perdas gestacionais. O momento é de extremo cansaço para mãe, que pode sofrer de transtornos de humor normais em até um mês após o parto. Se o quadro se agrava depois do período, é recomendada a busca por ajuda médica. A perda gestacional impacta cerca de 10% das mulheres e é sentida como um luto profundo, por mulheres e homens. Entre as causas, Albertina destaca a má-formação do feto, infecções, falta de vitamina (D especialmente) e stress. Ressalta também que a perda pode acontecer devido a infecções presentes no esperma e por isso ser algo não apenas relacionado à saúde da mãe. Mariana fala em um aumento tanto de casos de depressão pós-parto quanto de perdas gestacionais. Albertina e Mariana concordam que sintomas da sociedade contemporânea estariam associadas a essa realidade, como o stress e a má alimentação.

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