Adolescência

Os jogos eletrônicos atrapalham a vida do seu filho?

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Games podem trazer benefícios ao desenvolvimento de crianças e jovens, tanto quanto outros passatempos. O excesso é que prejudica. Avalie qual está sendo o impacto da atividade na rotina do seu filho, a partir do teste elaborado com a consultoria do psiquiatra da infância e da adolescência Felipe Picon

  • Não, você está se preocupando à toa

    O gosto do seu filho por jogos eletrônicos não está atrapalhando em nada o desenvolvimento pessoal, social ou escolar dele. É importante que você saiba que, na dose certa, os games podem ser recursos para desenvolver habilidades manuais, raciocínio lógico e estratégico. Então, não há mal nenhum em deixá-lo se divertir com esse tipo de atividade de vez em quando, desde que ele as alterne com outras, como vem fazendo nesse momento

  • Ainda não, mas está caminhando para isso

    A preferência do seu filho por jogos eletrônicos ainda não é um problema, mas pode vir a ser. Isso porque, pelas suas respostas, foi possível concluir que ele tem apresentado alguns comportamentos de quem faz uso excessivo dessas brincadeiras, como a dificuldade para dormir no horário certo, a falta de cuidado com a alimentação ou mesmo a queda, ainda que pequena, no desempenho escolar. Continue atento e, se necessário, estabeleça limites, dialogando com ele

  • Atrapalham um pouco

    Os jogos eletrônicos já começaram a ter impacto negativo na vida do seu filho. E você pode perceber isso por meio de alguns sinais claros, como notas muito baixas na escola, interesse exclusivo por passatempos que envolvem aparatos eletrônicos, entre outros. Porém, é válido saber que não basta controlá-lo ou mesmo proibi-lo de jogar, é fundamental ajudá-lo a encontrar outras atividades que ele sinta prazer em praticar, para incluir na rotina

  • Atrapalham muito

    Pelas suas respostas, foi possível perceber que os jogos eletrônicos já estão atrapalhando bastante a vida do seu filho. Dificuldade para dormir no horário certo, alimentação desregrada, péssimo desempenho na escola, vida social limitada e alterações de comportamento significativas podem indicar algum nível de dependência. A sua intervenção, nesse momento, é fundamental. Estimulá-lo a falar sobre as dificuldades que está enfrentando quando tenta se afastar do jogo e fazer o possível para reforçar a autoestima dele são os primeiros passos. Mas também é importante ajudá-lo a criar uma rotina, com atividades variadas ao longo da semana. Se sentir necessidade, busque um profissional de psicologia para apoiá-lo nessas tarefas

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