Gravidez e filhos

Você sabota o par na função de pai ou mãe?

Getty Images
Imagem: Getty Images

Algumas pessoas tomam a atitude deliberadamente e outras, sem nem perceber. Descubra se está caindo nessa armadilha a partir do teste elaborado com a colaboração de Rogério Barros Terto, psicólogo pós-graduado em terapia de família e casal pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)

  1. 810

    Você e o par costumam discutir na frente do filho?

  • Getty Images

    Sabota sem culpa

    Suas respostas indicam que você não faz questão de envolver o par nas decisões que dizem respeito à educação do filho de vocês nem mesmo nos cuidados do dia a dia. Talvez faça isso por falta de confiança no outro ou porque, em algum momento, ele acabou abrindo mão do papel na família. Mas é preciso considerar que, para o bom desenvolvimento da criança, o ideal é que ambos estejam presentes, assumindo funções complementares. "Pense em como está contribuindo para manter e criar essa situação disfuncional", diz o psicólogo Rogério Barros Terto. Também é válido refletir sobre as possíveis consequências dessa postura na vida do filho de vocês

  • Getty Images

    Sabota sem perceber

    Aparentemente, você sabota o par sem ter uma percepção muito clara disso. Na prática, prefere deixá-lo em segundo plano. Mesmo consultando-o, gosta de estar na posição de controle, dando a última palavra. Segundo o psicólogo Rogério Barros Terto, vale rever essa postura, em benefício do filho. "O primeiro passo é estar consciente desse comportamento e, a partir daí, procurar mudar as atitudes. As recaídas vão existir, mas é importante que ambos possam tomar decisões a respeito da vida do filho e que participem do dia a dia dele", diz

  • Getty Images

    Não sabota, divide

    Suas respostas sugerem que você nem sempre concorda com o par sobre a melhor decisão a ser tomada no que diz respeito ao filho de vocês. Mas, mesmo em situações delicadas, opta por respeitar o posicionamento dele e, diante da criança ou adolescente, faz valer um determinado ponto de vista. Segundo o psicólogo Rogério Barros Terto, essa troca é saudável e deve ser mantida, mesmo em condições adversas. "Se, em uma determinada situação, o pai ou a mãe precisa agir e não pode conversar com o par antes, um precisa passar ao outro o que foi decidido e explicar o porquê da decisão. Ambos devem respeitar e manter o que foi combinado", diz

  • Getty Images

    Não sabota, influencia

    Aparentemente, você tenta incluir e consultar o par antes de tomar decisões importantes relacionadas ao filho de vocês. Porém, ainda conta com uma certa indiferença por parte do outro. Embora seja impossível responsabilizar-se pela mudança do par, tentar despertá-lo para as funções inerentes ao seu papel na família é algo fundamental. "Uma relação positiva entre pai e mãe ocorre quando as funções que eles exercem são complementares e estão alinhadas", diz o psicólogo Rogério Barros Terto

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

do UOL
Beleza e maternidade
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Topo