Horóscopo

Céu de janeiro de 2013: ano começa com a força total de Júpiter e Urano

Barbara Abramo

Do UOL, em São Paulo

31/12/2012 12h39

O ano começa bem com a força combinada de Júpiter, o desbravador, e Urano, o planetinha que anda fora da curva, no sentido literal e figurado também. De janeiro a março, ambos blindam o Brasil das crises que ateiam fogo às praças do mundo afora. Tudo que é novo viceja mais ainda neste primeiro trimestre. Ótimo para os esportes, para o turismo nacional, para as novas experiências empreendedoras, que tenham um acento social e original, aumento do consumo interno de bens de consumo tecnológico, aceleração e crescimento de meios contemporâneos de acesso ao capital financeiro e alocação de recursos do capital em empresas de comunicação. Geminianos e arianos em posição de controle financeiro ou político terão a chance de grande avanço e prestigio, aliás.

Na outra ponta, Saturno e Plutão iniciam um diálogo astral também positivo --sinal de que a economia brasileira promete pelo menos estabilidade. Além disso, ambos os planetas reforçam o acordo entre governo federal e Câmaras e Senado. Se a presidenta Dilma Rousseff tivesse um astrólogo soprando em seu ouvido, lhe diria para aproveitar, de janeiro a final de abril, para incrementar as alianças com representantes para estabelecer novas leis de aposentadoria, amparo aos idosos, proteção das florestas e demais equipamentos geográficos estruturais. Seria seu marco histórico e por onde seria lembrada daqui há cem ou duzentos anos.

Em termos de aspectos astrológicos mais rápidos, teremos o início do ano de 2013 marcado pela movimentação nacional de 1º a 5 de janeiro, com Marte e Júpiter em ressonância astral favorecendo a performance brasileira nos campos do turismo ou esportes. Entre 5 e 7, Marte e Saturno puxam o breque dos excessos nos gastos públicos e impõem sanções e regras ao poder do próprio governo brasileiro.

O mês lunar começa em 11 de janeiro, com a reunião do Sol e da Lua em Capricórnio, marcando duas semanas ótimas para investimentos imobiliários, agendamento de projetos coletivos de amplo espectro e, principalmente, de muito movimento nas Câmaras e Senado. Vênus e Urano prometem, então, algumas oscilações inesperadas nas relações internacionais, com reflexos nos tratados de comércio exterior de 12 a 14 de janeiro. Momento de altos e baixos nas bolsas internacionais com reflexos no Brasil.

Logo após, Vênus e Plutão se desentendem no céu, acentuando crises internacionais, com seus reflexos no Brasil. O Senado terá interferência direta em como lidar com isso.

O Sol passa a transitar por Aquário no início da noite de 19 de janeiro, focalizando o ascendente do Brasil por quatro semanas. Promessa de destaque e valorização do jeito de ser brasileiro: inventividade, improvisação, abertura para o novo e forte adesão a conquistas tecnológicas --o Brasil tem lugar de destaque no mundo em termos de utilização de computadores, celulares inteligentes e vídeos na internet, entre outros.

Os desdobramentos deste início de mês recheado de astros em ação se dará nas semanas subsequentes. Em 26 de janeiro, Sol e Júpiter armam um lindo e poderoso aspecto que favorece a expansão de uma figura muito popular, além de sucesso para os esportes brasileiros, bons tratados internacionais e representatividade junto a órgãos internacionais. É o prestígio brasileiro crescendo no fim do mês!

A Lua cheia em Leão, na madrugada de 27 de janeiro, acentua essa condição e abre o país para investimentos novos e a chegada de grupos internacionais que virão aqui implantar suas indústrias, além de abertura de marcas no país. Cabe a nós, brasileiros, zelar para que os trabalhadores brasileiros sejam tratados com dignidade nestas empresas, que muitas vezes chegam ao país apenas para obter mão de obra baratíssima. Com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro comum, anunciado por Júpiter e reforçado no fim do mês pelo Sol em Aquário, é interessante que o mundo aprenda a tratar nosso povo com a devida decência que merece.

Começamos com Júpiter e fechamos com Saturno, que no finzinho de janeiro breca excessos e traz uma postura mais grave e responsável para diminuir, regular ou proibir os excessos e exageros cometidos até então.

Abaixo seguem tópicos relacionados a Júpiter e a Saturno, astros que desempenham papel estratégico no nosso país neste primeiro semestre.

Proliferação das redes sociais, smartphones e cursos on-line
Júpiter, planeta da expansão e da prosperidade, desde junho do ano passado transitando por Gêmeos, sinaliza a fragmentação e a diversidade dos meios de comunicação e da mídia, que se entrechocam na disseminação de mensagens, informações e notícias contraditórias e dispersivas em todos os campos. O fenômeno dos mais de 15 milhões de brasileiros conectados nas redes sociais é um dos exemplos de Gêmeos em expansão. Sendo um signo interligado com estradas e comunicações em geral, Júpiter sinaliza todas as articulações e ligações sendo ativadas ao mesmo tempo. Também se reproduz na disseminação de cursos e estudos pela internet e na proliferação do suporte dos equipamentos eletroeletrônicos.

Júpiter passa a transitar direto a partir do fim de janeiro, aumentando ainda mais esta tendência em fevereiro próximo. Mas por que sublinhar tanto o papel de Júpiter em Gêmeos? Porque quando o Brasil ‘nasceu’ como entidade política independente (7.9.1822, SP, 16h38 LMT) Júpiter estava exatamente neste signo de Gêmeos, em conjunção com a Lua. O que quer dizer que, toda vez que Júpiter transitar por Gêmeos --uma vez a cada 12 anos, aproximadamente-- renova-se a natureza curiosa, inventiva, fragmentaria e comunicativa do país, cuja tradução se dá exatamente na receptividade do brasileiro a tudo que é engenhoca lançada no mercado.

Basta andar na rua, no ônibus ou metrô para comprovar o uso do celular, por exemplo. Depois de junho, quando Júpiter passar a transitar por Câncer, expandindo outro conjunto de conteúdos, será preciso esperar 12 anos, em média, para assistirmos a um novo movimento de expansão das comunicações no Brasil. Em suma, enquanto Júpiter transitar por Gêmeos, ou seja, até fins de junho de 2013, veremos a proliferação e disseminação apontada acima --especialmente em fevereiro, março, maio e final de junho de 2013.

Saturno expõe e limpa os cambalachos
Saturno em Escorpião é o maestro da sinfonia astral que ouviremos em 2013. Será o regente do ano astral que começa em março, mas por ser o planeta que comanda os signos de Capricórnio e Aquário, por onde o Sol passa neste mês, estará nos bastidores, comandando de lá o ritmo e a direção do que iremos viver. Primeiro mês de um ano que promete ser desafiador para os governantes brasileiros, o planeta da estrutura já chega cobrando soluções definitivas para problemas crônicos.

Em janeiro, a maioria deles surgirá como resultado da falta de equilíbrio no uso do poder econômico e político, pressionando por soluções no conjunto de significados representado por Escorpião --seguros, taxas e impostos, regulação das leis de heranças, propriedade de bens imóveis passados a herdeiros, política de empréstimos financeiros de bancos são alguns dos exemplos.

Escorpião é um signo que clareia o oculto, dissipa ilusões, destrói aparências falsas e jogos de cena. Por isso, teremos oportunidade de limpar a área dos cambalachos em qualquer área, setor, campo, dimensão, seja pessoal ou social, individual ou coletiva. Além de tudo e, principalmente, Saturno passará o ano todo forçando o governo brasileiro a abandonar o transitório para abraçar o seguro e confiável em termos de fidelidade a princípios e comportamentos. Obviamente, como ocorre com tudo que Saturno toca, ou entra na linha ou é destruído. É bom que se diga que todos os que têm telhados de vidro --a esquerda, direito ou centro-- serão obrigados a rever sua postura ou cairão. Isso vigora até setembro de 2015 e quem quer que esteja ocupando o posto lá em Brasília terá de lidar com isto. É a lei do ciclo astrológico. Os astrólogos brasileiros estudam há anos as passagens de Saturno por Escorpião como acelerador de processos políticos importantíssimos. A cada vez, algo ocorre que marca profundamente os destinos políticos de nosso país.

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