Horóscopo

Céu de outubro de 2015: planetas trazem transformação nos bens materiais

Getty Images

Barbara Abramo

Do UOL, em São Paulo

Júpiter e Plutão em trígono colorem o pano de fundo de outubro. Ambos astros de impacto coletivo, apontam a marcha de um processo de transformação em larga escala, que impacta em primeiro lugar os bens e recursos naturais e, secundariamente, a riqueza dos países. E por que a transformação em larga escala se dá por essa via do concreto, do material, da base onde assentamos nosso senso de segurança e estabilidade. Porque esse aspecto astrológico se dá em signos de Terra: Júpiter em Virgem, signo da natureza e do meio ambiente, enquanto Plutão está em Capricórnio, que governa os limites de território e o poder dos governos.

Tecnicamente, podemos esperar que o movimento imigratório que vem ocorrendo – por exemplo, dos sírios em direção a Europa e até ao Brasil ou dos haitianos – deve aumentar. E, sim, impactar o Brasil, que os receberá de braços abertos, cumprindo sua vocação histórica de estar receptivo aos grandes movimentos de imigração da era contemporânea. E isso, claro, terá impacto nas noções de cultura, poder e sociedade – temas caros a Júpiter e Plutão. Mas esse impacto se dará aos poucos, nos próximos anos e décadas.

Além da grande configuração astral que envolve os dois astros de alcance coletivo, temos a possível expansão das empresas químicas, alimentícias e farmacêuticas – que estarão chegando ao Brasil, sinalizando um acréscimo positivo ao quadro econômico nacional.

Outubro também será um mês de desilusões saudáveis para os brasileiros. Júpiter e Netuno pressionam pelo fim das soluções vagas e pelo esclarecimento do uso da coisa pública. Netuno representa tramoias e histórias mal contadas, enquanto Júpiter pressiona por soluções inteligentes, práticas e objetivas para tudo isso. É uma reação coletiva diante da crise de confiança, também geral.

Paralelamente, Saturno em Sagitário cobra com rigor os excessos cometidos por um espírito coletivo despreocupado e desavisado: nos próximos meses, a cobrança será intensa e mexerá no bolso de todos, impondo melhor utilização de recursos – os naturais e os criados pelo homem, como o dinheiro.

Em uma escala cotidiana, temos a Lua nova em Libra no dia 12, que abre a temporada de negociações intensas entre governo e câmaras. Marte e Netuno na mesma época promovem desencantos, mais escândalos vindo à tona e brigas internas. Vênus em Virgem vem acorrer a favor dos agronegócios brasileiros, que devem prosperar a partir da segunda quinzena.

Entre os dias 10 e 13, porém, Vênus e Saturno impõem mais restrições e cobranças ao povo brasileiro: menor poder de compra, menos emprego, mais suspeição sobre o futuro, e sem poder contar com o suporte dos serviços públicos.

Os dias entre 11 e 16 serão difíceis, desanimadores, com confusões e desorientações no âmbito do Governo e da economia. É possível que alguns economistas abram a porta para consórcios de empresas privadas darem conta da demanda de alguns setores, como, por exemplo, o atendimento à saúde pública, na forma de doação ou aquisição de instrumentos, equipamentos, treinamento de técnicos e demais empreendimentos semelhantes.

Marte, Júpiter e Plutão somam esforços concentrados e intensos no sentido de uma estabilidade e de uma expansão no campo espiritual, diplomático e econômico entre os dias 17 e 26. O concurso de Vênus faz o Brasil marcar um gol em um acordo internacional e, também, adotar uma medida que protegerá de algum modo o patrimônio ou os recursos naturais do país.

A cheia lunar em Touro, que ocorre no dia 27, focaliza o papel da mídia nos processos políticos atuais. Restrições e regulamentações serão temas de reflexão, sendo possível algum problema com empresa importante.

No fim do mês, vence a ideia de um Brasil mais suave e bonito, com Sol e Netuno reforçando a criatividade artística nacional.

Em termos puramente políticos, é de se notar a nebulosidade trazida por Mercúrio em retrogradação até o dia 9. Mesmo alguns dias depois, nada estará claro – as coisas começam a tomar nova direção após o dia 20.

O governo prosseguirá em seus embates com a Câmara dos Deputados e o Senado, com alguns momentos de paz. Contudo, no cômputo geral o momento pior será no fim do mês, mais difícil para negociações.

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