Horóscopo

Céu de agosto de 2017: eclipses e onda de descrença no 'jeitinho nacional'

Getty Images
Imagem: Getty Images

Barbara Abramo

01/08/2017 00h00

A fama de ser um mês agourento colore agosto com os tons do temor e da desconfiança. O mês em que o Sol passa de Leão para Virgem, signo do Brasil, e que destaca o país e suas mazelas, mais uma vez promete honrar sua fama de mês repleto de altos e baixos.

Júpiter e Plutão abrem agosto tensionados, representando assim as dificuldades crescentes entre a justiça de Júpiter e o poder tentacular de Plutão, que parece dominar tudo de forma entranhada. Um jogo perigoso para a política nacional que vai se tornando mais e mais tenso conforme o mês avança rumo ao eclipse solar do dia 21.

Antes do eclipse solar, como sempre, há um lunar: no dia 7 de agosto, a Lua cheia em Aquário focaliza o ‘jeitinho brasileiro’, que se prova inútil. Eclipses lunares têm ressonância com povo, mulheres e ondas emocionais coletivas. Este eclipse lunar ocorre em Aquário, o signo da convivência com o diferente. Todo eclipse significa um desmaio, a ocultação.

Em geral, podemos admitir uma onda de descrença no ‘jeitinho nacional’, incapaz de dar jeito na grave situação em que estamos mergulhados. Mais do que isso: Aquário eclipsado mostra que a capacidade de conviver com o diferente foi para o brejo – ou melhor, caiu no buraco negro. Ou seja... Mais intolerância com o que é diferente. A onda xenofóbica pode crescer no mundo e, aqui no Brasil, isso pode se voltar contra a própria população.

No dia 12 de agosto, Mercúrio, o astro da comunicação, mestre das negociações e guardião dos caminhos, entra em movimento retrógrado em Virgem. Sinal de que o que foi decidido será rediscutido, as comunicações se emperram e fatos são discutidos. Mercúrio governa bancos e sistemas bancários, podemos ter novidades aí e regras que voltam atrás. Discursos e declarações causam confusão e discussão com Vênus e Plutão tensionados entre os dias 15 e 17.

Em seguida temos alguns dias de bonança: 19 a 22 de agosto, quando a sintonia entre Sol e Urano traz soluções inovadoras no campo da tecnologia da informação, energia elétrica, aviação e computação. Um monte de desafogo, rápido e bem vindo. Na mesma época, Marte e Júpiter trazem um breve aquecimento do mercado de capitais, impulsionando uma ou outra iniciativa, provavelmente ligada a minérios. O valor do ouro pode aumentar.

Enfim, o eclipse solar do dia 21 ocorre nesse curtíssimo oásis astral. Enquanto anuncia a perda de lideranças expressivas ao redor do mundo e confrontos sérios entre autoridades, como a do presidente Donald Trump e o ocaso de outras figuras mundiais de comando, cá nas terras tupiniquins o prejuízo de muitos lá fora constitui sorte e oportunidade para o Brasil.

Aqui, a crise de uma república amiga pode criar chances boas para o país. Penso na Venezuela, mas também EUA. Pode ser que tenhamos mais gente de outros países entrando em nossas fronteiras. Seja como for, no Brasil o eclipse promete viradas interessantes, tudo bem rápido e movimentado; em seis meses, muitas certezas que temos agora serão alteradas com os eventos em curso.

Especialmente no campo da energia elétrica, comunicações, relações diplomáticas, aviação, com eventuais áreas de ocupação de terras no Sul e Norte sendo motivo de discussão e choque de ideias. Depois do eclipse solar, Marte e Saturno em sintonia reforçam poder regulador e controlador do Estado.

O Sol entra em Virgem no dia 22 de agosto, e por ele transita até 23 de setembro. Neste período, o foco vai para os serviços públicos e as pessoas envolvido neles. Saúde, segurança e serviço social são temas em foco e em destaque.

Embora tenhamos algumas surpresas ruins entre 24 e 25, com oscilações na Bolsa, por exemplo, e acordos que podem ser rompidos, Júpiter e Saturno formam aspecto fluido a partir daí, seguindo até 30 de agosto.

Este aspecto reforça o poder dos empresários e, se mudanças legislativas forem votadas nesse período, sairá vencedora a tendência conservadora e de defesa dos interesses dos donos das indústrias, dos banqueiros, das construtoras e demais empresas de capital.

Este é um aspecto que aquece o mercado de capitais, o lucro obtido de juros e de investimentos financeiros. Mas não garante de modo nenhum conquistas ou benefícios ao povo brasileiro em geral, que sofre uma das maiores dificuldades da história do país.

Mas temos uma pista, no eclipse solar de 21 de agosto, que nos mostra um caminho: o trígono entre Sol e Lua a 28º de Leão, com Urano a 28º de Áries; o astro da renovação de ideias, práticas e costumes dá o caminho de como o povo brasileiro pode inventar saídas inovadoras para sobreviver com dignidade a este período difícil que vivemos. Novas formas de trabalho e a aplicação da tecnologia podem ser as pontes para essas saídas.

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