Estilo de vida

Marcas amadas no Brasil que não são nada de mais em seus países de origem

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Marcas estrangeiras fazem sucesso no Brasil, mas em seus países não impressionam tanto imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

Com ou sem crise, os brasileiros adoram comprar. Se a marca vem de fora, sobe um quesito para virar objeto de desejo. Exemplo disso são as redes internacionais de fast-fashion que caíram no gosto dos consumidores e provocaram verdadeira histeria em suas inaugurações nacionais por suas roupas antenadas nas tendências de fora a preços mais acessíveis. Vindas de países como Estados Unidos, Inglaterra e Espanha, estas lojas são consideradas ícones entre muitos fashionistas daqui, mas não são tão festejadas onde foram fundadas. Conheça melhor seis delas.

  • Reprodução/Instagram

    Forever 21

    Difícil esquecer a imagem de filas gigantescas na chegada da rede de fast-fashion focada em moda jovem no Shopping Morumbi (São Paulo), em março de 2014. Após mais de um ano, já são 22 lojas espalhadas pelo Brasil e consumidoras ainda encantadas com as sacolinhas amarelas lotadas. Nos Estados Unidos, onde foi criada em 1984, a marca está em expansão, mas ainda aparece está atrás de redes como Abercrombie & Fitch, Aeropostale e American Eagle nas listas de maiores varejistas do segmento.

    Imagem: Reprodução/Instagram

  • Reprodução/Facebook

    H & M

    Outra marca que ganharia quilômetros de filas se chegasse ao Brasil seria a sueca H&M (que já ensaiou estrear uma loja por aqui, mas nunca concretizou o negócio). Na Suécia e na Europa em geral, onde conta com uma ampla rede, não é considerada melhor que outras lojas de departamentos. Seu maior mérito hoje é fazer parcerias com marcas como a Balmain, que causou furor quando lançou nova coleção em novembro.

    Imagem: Reprodução/Facebook

  • AFP

    Zara

    Fundada na Espanha, na década de 70, a marca é uma das queridinhas dos fashionistas brasileiros por suas peças elegantes a preços relativamente mais acessíveis. Na Espanha, apesar de ser a mais rentável do país (não à toa seu dono, Amancio Ortega, disputa com Bill Gates a posição de homem mais rico do mundo), a rede está em cada esquina do país e disputa espaço com outras grandes lojas como a Mango e a Desigual.

    Imagem: AFP

  • Moacyr Lopes Junior/Folhapress

    GAP

    Qual adolescente brasileiro não queria um moletom com a enorme estampa GAP nos anos 1990? O sonho de ter a loja mais perto aconteceu somente em 2013, com a abertura da primeira unidade no Brasil, onde já conta com 12 lojas. Nos Estados Unidos, seu país de origem, a marca fundada em 1969 é só mais uma rede de varejo. A decadência é inclusive financeira. Só em 2015, a marca teve um quarto de suas lojas (cerca de 175 unidades) fechadas naquele país.

    Imagem: Moacyr Lopes Junior/Folhapress

  • Divulgação

    Banana Republic

    Fundada em 1978 e comprada pela GAP em 1983, a Banana Republic não tem loja física no Brasil, mas é febre entre os brasileiros que partem para os Estados Unidos para comprar. Lá, as vendas são cada vez menores, com uma queda de 12% no último trimestre de 2015, segundo o "Business Insider". O toque moderno para modelos clássicos tem desagradado os consumidores locais.

    Imagem: Divulgação

  • Getty Images

    Victoria's Secret

    O segredo de sucesso da famosa marca de lingeries não são os sutiãs, nem as calcinhas e nem os cosméticos, mas as modelos que desfilam anualmente no Victoria's Secret Fashion Show. Fora isso, a marca não é considerada lá muito luxuosa, como muitos brasileiros pensam. Segundo pesquisa feita em 2014 pela YouGov BrandIndex, empresa que mede o sucesso de marcas, somente em 2012 a marca começou a ser considerada um sucesso entre os americanos, por conta da transmissão do desfile cada ano mais luxuoso e repleto de topmodels.

    Imagem: Getty Images

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