Moda

Atriz de "Preciosa" relata que sofreu preconceito em loja da Chanel

Getty Images
Gabourey Sidibe Imagem: Getty Images

Do UOL

11/05/2017 11h44

Gabourey Sidibe, atriz do filme “Preciosa”, da série “Empire” e indicada ao Oscar, só não foi expulsa de uma loja da grife Chanel por sua fama. Negra e obesa, a artista relatou ao site “Lenny” ter sido alvo de preconceito de uma vendedora da unidade de Chicago.

"Eu precisava de óculos de sol novos. (...) Cheguei à loja quase vazia e estava bem bonitinha. Minha peruca era longa e ondulada, eu estava usando botas, meu óculos Balenciaga, uma bolsa vintage da Chanel e um casaco de inverno. Me vesti como se estivesse em um clipe da Mary J. Blige. (Eu e uma vendedora nos olhamos imediatamente. (…) ‘Posso dar uma olhada nos seus óculos-de-sol”, pedi. ‘Não temos nenhum’, disse ela. ‘Só temos as armações. Há uma loja do outro lado da rua que vende óculos-de-sol’. (…) Eu estava em sua presença há menos de um minute e ela já estava me mandando para outra loja. ‘Mas... eu quero armações da Chanel’, eu disse. Ela me disse o nome da outra loja novamente e me mostrou como chegar lá. (…) Eu sabia o que ela estava fazendo. Ela decidiu, após me olhar somente uma vez, que eu não estava lá para gastar dinheiro. Apesar de estar com uma bolsa Chanel, ela decidiu que eu não era uma consumidora da loja, portanto não valia seu tempo e energia”, disse a atriz.

Após outros funcionários reconhecerem a atriz, a funcionária passou a tratá-la como uma consumidora e Gabourey conseguiu fazer suas compras. E apesar do primeiro tratamento, a artista não pensa em reclamar da vendedora “Vou levar em conta os sentimentos dela mesmo que ela não tenha pensado nos meus”, diz.

Gabourey continua sua história e diz que não foi a primeira vez que sofreu este tipo de problema. Antes e depois da fama, inclusive. Além da Chanel, a atriz ter sido alvo de preconceito em uma loja da Dior em férias no Caribe, e de olhares maldosos e condutas grosseiras em muitos outros lugares.

“Não importa se minha cintura é larga ou minha pele é negra desde que meu dinheiro seja verde?”, questiona. 

A publicação, realizada no último domingo, gerou uma resposta oficial da Chanel nesta quarta (10):

“A Chanel expressa sincero arrependimento pela experiência da Sra Sidibe mencionada neste artigo. (...) Levamos suas palavras muito seriamente e investigaremos imediatamente para entender o ocorrido”.

 

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