Estilo de vida

Sincericídio sexual: 5 verdades chatas de dizer, mas que precisam ser ditas

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Vale a pena mandar a real na hora do sexo Imagem: iStock

Heloísa Noronha

Colaboração com o UOL

25/09/2017 04h00

Para que sexo funcione direito e proporcione prazer aos envolvidos, às vezes é necessário sinceridade, que talvez soe deselegante para quem ouve. Deixar de lado o mimimi e abrir o jogo é a melhor política, sempre. Afinal, transar é uma troca e a sintonia deve estar afiada para fluir melhor. Veja 5 verdades que são chatas de dizer, mas precisam ser ditas. 

Um banho antes seria ótimo, não?

Por mais que o par se ofenda com essa indireta sutil sobre seu aroma, precisa falar sobre o quanto a higiene é fundamental para você. Um cheiro forte ou ruim é o tipo de "detalhe" que tira toda a concentração na hora H e compromete certas carícias e práticas. Para não criar mágoas, erotize a situação: fale que gente cheirosa te dá tesão, pegue a pessoa pela mão e leve para o chuveiro!

Ainda não fiquei no ponto

Se você precisa de mais um tempinho para se excitar, avise. Só assim a pessoa poderá prosseguir com as preliminares ou parar um pouco para retomar a atividade depois. Assim, é fundamental que os homens sinalizem que a ereção ainda está meia bomba para colocar a camisinha ou para penetrar, por exemplo, e que as mulheres informem que a lubrificação não é suficiente.

Hoje prefiro ver Netflix, tudo bem?

Tudo, por que não? Se você prefere maratonar um seriado a brincar de olimpíadas sexuais, qual o problema? Melhor avisar que não está a fim do que ir para a cama com alguém apenas para cumprir tabela. Não se obrigue a nada, mas não use esse tipo de desculpa se a vontade zero de transar vem sendo recorrente. Nesse caso, melhor analisar o que está acontecendo.

Ai, assim você me machuca!

Dentadas que fazem o pênis sangrar durante o sexo oral, sugadas fortes demais no clitóris, posições que agridem os testículos ou o colo do útero... Ninguém está livre de sofrer uns acidentes no sexo, mas fingir que não aconteceu nada pode piorar um ferimento ou uma dor. E mais: se o que incomoda é recorrente, avise. O outro não tem como adivinhar. Fale não só do que não gosta, mas principalmente do que adora dar ou receber.

Fica um pouco quietinho, fica...

Alguns homens fungam ou fazem sons esquisitos com os dentes, enquanto muitas mulheres não percebem o quão alto é o volume dos seus gritos na hora do orgasmo. E há, ainda, quem não pare de falar durante a transa. Não fique torcendo o nariz. Fale que o ruído é chato, com gentileza. 

FONTES: Arlete Girello Gavranic, psicóloga e terapeuta sexual do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), em São Caetano do Sul (SP), e William Green, autor do livro “Vamos falar de sexo -100 perguntas para iniciar uma conversa picante" (Matrix Editora)

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