Direitos da mulher

SP: Mais de mil processos contra assédio sexual foram abertos em 11 meses

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90% das mulheres e 76% dos homens afirmam já ter sofrido assédio moral ou sexual no trabalho, aponta pesquisa sobre o mercado de comunicação Imagem: Getty Images

Marcos Candido

Do UOL, em São Paulo

10/01/2018 18h06

De janeiro a novembro de 2017 foram abertos 1.173 novos processos judiciais contra assédio sexual em São Paulo. O número fica próximo ao registrado em todo o ano de 2016, quando de janeiro a dezembro foram abertos 1.364 processos desse tipo no estado. 

Segundo o Código Penal, o crime de assédio sexual acontece no ambiente de trabalho, quando o agressor constrange e usa da influência de um cargo mais alto para ter vantagem sexual sobre um funcionário. A pena vai de 1 a 2 anos de detenção.

Os dados foram levantados pelo Tribunal Regional do Trabalho estadual.

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No ano passado, casos de assédio sexual vieram à tona no Brasil e no mundo. Por aqui, o caso de maior repercussão foi o do ator José Mayer, acusado de assediar sexualmente a figurinista Su Tonani. O ator segue afastado de suas funções na emissora. 

A mulher na Justiça paulista em 2017

Além de assédio sexual, São Paulo também registrou uma média mensal de 66 novos processos judiciais em 2017. O dado inclui de números de violência doméstica a feminicídios.

Levar esses casos para a Justiça é bem visto por especialistas. “É uma demonstração que a Justiça tem se mostrada mais aberta e interessada em atender a uma necessidade de proteção pleiteada pelas próprias mulheres”, disse na ocasião a promotora Fabíola Sucasas, do Ministério Público paulista.

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