Vida saudável

União de sucesso: exercícios e alimentação saudável aumentam a imunidade

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Exercitar-se moderadamente e seguir uma dieta saudável são os segredos para fortalecer o sistema imunológico Imagem: iStock

Ana Elisa Faria

Do UOL, em São Paulo

04/07/2016 20h29

Todo ano é a mesma coisa: o frio do inverno começa a dar as caras e ela, a imunidade, perde sua força e vem nos visitar por meio de gripes, herpes e resfriados. 

No entanto, para mantê-la em alta e, assim, proteger nosso organismo de doenças, não há muito segredo. De acordo com especialistas ouvidos pelo UOL, unir uma alimentação saudável e equilibrada à prática de exercícios físicos moderados é o grande trunfo para manter o sistema imunológico sadio.

Veja, abaixo, as dicas do fisiologista do esporte do HCor Diego Leite de Barros e da nutricionista Fulvia Hazarabedian.

Imunidade em alta

O que consumir para turbinar a imunidade
A especialista Fulvia Hazarabedian, coordenadora do programa Bio Nutri, da rede de academias Bio Ritmo, listou elementos indicados para aumentar a imunidade e onde encontrá-los no cardápio do dia a dia. 

  • Gorduras boas
    Ácidos graxos insaturados, tais quais o ômega 3 e o ômega 6, têm o poder de melhorar a resposta imunológica quando associados a uma alimentação balanceada. Onde encontrar: frutos do mar, óleo de linhaça, peixes (como o salmão), carnes bovinas e suínas.
  • Vitamina C
    Tem efeitos positivos principalmente em infecções respiratórias e nas gripes. Onde encontrar: laranja, acerola, limão, abacaxi, mexerica, entre outras frutas ácidas.
  • Probióticos
    Bactérias --contidas em iogurtes e leites fermentados-- benéficas que reforçam o sistema imune.
  • Vitamina A
    Ativam o sistema imunológico, logo, melhoram a defesa do organismo. Fontes: fígado, gema de ovo, manteiga, leite, espinafre, brócolis, chicória, tomate, mamão, abóbora e cenoura.
  • Vitamina E
    Agem no combate à diminuição da atividade imunológica. Fonte: nozes, castanhas, cereais integrais e óleos vegetais.
  • Selênio
    Combate os radicais livres, aumenta a imunidade e a cicatrização do organismo. Fontes: castanha-do-pará e cogumelos.

Exercícios: nem em excesso nem de menos
Os dois extremos --exercitar-se demasiadamente ou não praticar atividades físicas-- não são indicados. Segundo explica o fisiologista Diego Leite de Barros, diretor da DLB Assessoria Esportiva, quem faz pouco ou nenhum exercício, terá repercussões negativas, como o aumento do colesterol ruim, da obesidade e terá mais chances de desenvolver doenças cardíacas. Da mesma forma, quando alguém --com exceção dos atletas de elite que têm outro tipo de preparo-- faz exercícios em excesso, também coloca a imunidade mais para baixo. "Justamente porque a pessoa utiliza mais os nutrientes do organismo para o exercício e menos para a sua proteção, para a saúde", ressalta. "Pensando assim, são indicadas as atividades mais moderadas, com frequência de três a cinco vezes por semana, e entre 45 e 60 minutos de duração". 

Exercite-se em um local ameno e coloque roupas adequadas
A exposição ao frio excessivo também pode ser um grande problema. Sendo assim, o conselho do especialista Diego Leite de Barros é evitar fazer exercícios ao ar livre em dias muito gelados e chuvosos. "É importante, ainda, estar sempre bem abrigado", diz. Ou seja, é essencial vestir roupas que favoreçam a troca de calor com o meio ambiente, mas que, ao mesmo tempo, protejam das temperaturas mais baixas. 

Existe a atividade física perfeita para melhorar a imunidade?
Conforme Diego Leite de Barros, não. "Depende do que a pessoa está adaptada a fazer e se ela tem a condição física ideal para aquilo. "Ter a orientação profissional de um educador físico que possa planejar esse treinamento dentro das limitações e restrições do aluno é primordial", alerta. "Não existe exercício melhor do que o outro, mas, sim, aquele que você se adapta melhor". 

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