Vida saudável

Padre Fábio de Melo revela síndrome do pânico; conheça sintomas da doença

Gabriel Cardoso/SBT
Padre Fabio de Melo participa do programa "The Noite", com Danilo Gentilli Imagem: Gabriel Cardoso/SBT

Do UOL, em São Paulo

11/08/2017 19h10

O Padre Fábio de Melo afirmou nesta sexta-feira (11), por meio de um texto publicado em seu Instagram, que está lutando contra a síndrome do pânico. Ele afirma que enfrentou um grave problema familiar e, desde então, teve insônia, angústia e sintomas de síndrome do pânico.

A síndrome do pânico é um transtorno que causa crises inesperadas de medo e mal-estar. Para ter uma ideia, imagine que você está conversando com seus amigos normalmente e, de uma hora para outra, começa a sentir palpitação, dor no peito, formigamento nos braços, vontade de sair correndo. É assim que um ataque de pânico se materializa, podendo ainda trazer falta de ar, suor, tontura, ânsia de vômito e dor de cabeça.

Quando os ataques de pânico são constantes, podem desencadear a síndrome do pânico. O ataque vem sem dar aviso e é uma resposta corporal. Diferente da ansiedade, que é quando o pensamento vem antes dos sintomas físicos, como quando aquela pulga atrás da orelha com problemas do trabalho toma conta de você e traz falta de ar, tremores e palpitação.

Em um ataque de pânico, os sintomas físicos aparecem subitamente e fazem com que a pessoa imagine desfechos catastróficos de outras doenças (como achar que está infartando), o que as deixam ainda mais nervosa e podem agravar o quadro, de acordo com Diego Tavares, psiquiatra e pesquisador do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).

Normalmente, a crise demora cerca de cinco minutos, mas pode durar até meia hora.

Uma dica valiosa nos momentos de crise de pânico é ter alguém por perto para ajudar a acalmar o paciente. Uma vez que a pessoa sabe que tem crise e não está morrendo, você pode segurar a mão dela, pedir para que respire fundo, dar água e gentilmente mostrar que os minutos estão passando e que a crise deve terminar em breve.

Com o apoio, consciência e foco, o paciente tende a baixar os níveis de adrenalina e recuperar o controle corporal.

A doença deve ser tratada com análise ou remédios. Se você sentir algum desses sintomas, procure a ajuda de um psiquiatra.

 

@Regrann from @pefabiodemelo - Meus queridos amigos, Saibam por mim o que sobre mim é verdade. Há 3 meses enfrentei um problema grave familiar. Desde então parei de dormir direito e passei a enfrentar uma angústia muito grande. Há 20 dias tive sintomas de síndrome do pânico, diagnóstico que já tinha tido 2 anos atrás e que superei muito rapidamente na época. Desta vez foi muito diferente. Fiquei praticamente uma semana trancado em casa, com sensação de morte, tristeza profunda e medo de tudo. Nunca chorei tanto na minha vida. Meu amigo e médico Dr. Víctor Sorrentino recomendou-me uma psiquiatra de sua confiança. Desde então estou fazendo um tratamento. Os medicamentos fizeram uma enorme diferença. Tenho conseguido cumprir meus compromissos e procurado fazer uma rotina mais leve que me permita estar entre amigos que amo. Estou me sentindo bem melhor, ainda que não me sinta inteiro. Agradeço muito o carinho de todos vocês e também dos jornalistas que nos procuraram querendo tratar com respeito e profissionalismo o que tenho enfrentado. Quando estiver mais inteiro eu falarei mais sobre o assunto, pois sei que minha partilha poderá ajudar os que enfrentam o mesmo problema que eu. Por ora é viver, buscar o equilíbrio que Deus me concede através das escolhas que posso fazer. A foto escolhida para este post não é por acaso. Ela é expressão da leveza que quero sempre levar comigo. - #regrann

Uma publicação compartilhada por Padre Fábio de Melo (@padrefabiodemelo)

 

 

 

 

 

em

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

do UOL
BBC
do UOL
Redação
Estilo
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Estilo
BBC
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
BBC
do UOL
Redação
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Estilo
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Estilo
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
do UOL
Estilo
do UOL
Topo