Vida saudável

Google lança nos EUA ferramenta para avaliar depressão do usuário

Getty Images
Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo

25/08/2017 12h37

Quem está nos Estados Unidos e utiliza o Google para pesquisar sobre o tema "depressão clínica" tem, desde a última quarta-feira (23) a opção de realizar um teste para avaliar se está clinicamente deprimido. O questionário é baseado no formulário PHQ-9, um dos testes clínicos mais usados para detectar os níveis de depressão no mundo.

Para garantir que as informações compartilhadas sejam precisas e úteis, a empresa fez uma parceria com a Aliança Nacional para Doenças Mentais, uma entidade sem fins lucrativos que busca auxiliar no combate a doenças mentais, como a depressão.

Segundo eles, a depressão clínica é uma condição muito comum--aproximadamente um em cada cinco americanos tem um episódio na vida. No entanto, apesar de sua prevalência, apenas 50% dessas pessoas realmente recebem tratamento.

América Latina

O Brasil tem a maior taxa de pessoas com depressão na América Latina e uma média que supera os índices mundiais. Dados publicados em fevereiro deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 322 milhões de pessoas pelo mundo sofrem de depressão, 18% a mais do que há dez anos. O número representa 4,4% da população do planeta.

No caso do Brasil, a OMS estima que 5,8% da população nacional seja afetada pela depressão. A taxa média supera a de Cuba, com 5,5%, a do Paraguai, com 5,2%, além de Chile e Uruguai, com 5%.

Globalmente, as mulheres são as principais afetadas, com 5,1% delas com depressão. Entre os homens, a taxa é de 3,6%. Em números absolutos, metade dos 322 milhões de vítimas da doença vivem na Ásia. De acordo com a OMS, a depressão é a doença que mais contribui com a incapacidade no mundo, em cerca de 7,5%. Ela é também a principal causa de mortes por suicídio, com cerca de 800 mil casos por ano.

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