Vida saudável

Sem remédio: refluxo pode ser tratado com dieta mediterrânea

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Do UOL

08/09/2017 09h26Atualizada em 13/09/2017 13h17

Um pequeno estudo descobriu que a dieta mediterrânea --baseada em pouca carne e laticínios e rica em azeite de oliva, oleaginosas, peixe, feijão, frutas e vegetais-- é tão eficiente para o refluxo laringofaríngeo (RLF) quanto o omeprazol e outros medicamentos que diminuem a acidez do estômago.

Em um refluxo, a secreção ácida pode subir e atravessar todo o esôfago, chegando até a garganta, sendo classificado como refluxo laringofaríngeo (RLF). Ele não é como o refluxo gastrointestinal, que envolve somente a volta do ácido do estômago para o esôfago.

O estudo, publicado no periódico JAMA (Journal of the American Medical Association), fez um experimento com 184 pacientes com uma média de 60 anos de idade e todos com o diagnóstico de RLF. Os cientistas trataram 85 pessoas com medicamentos e 99 com água alcalina e dieta mediterrânea, essencialmente baseada em plantas. A pesquisa durou seis semanas.

Resultado: o estudo descobriu que pacientes que comiam muitos peixes e vegetais tinham menos sintomas e evitavam a medicação e, portanto, seus efeitos colaterais. Os cientistas mediram diversos sintomas nos participantes como excesso de muco na garganta, tosse insistente, azia e outros, em uma escala de zero a 45.

No grupo tratado com medicamentos, 54% das pessoas alcançaram uma significativa redução de seis pontos na escala, comparada com 63% dos que seguiram a dieta. A média de pontos reduzidos foi de 27% para os que tomaram fármacos e de 40% para os que trataram com alimentação.

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Frutas, cereais, cogumelos, grãos, legumes, leguminosas, oleaginosas, sementes, tubérculos e verduras --preferencialmente orgânicos-- são a essência do cardápio plant-based Imagem: iStock

“Se você acha que tem RLF, deveria tentar o tratamento com uma dieta, ao invés de tomar drogas com potenciais efeitos colaterais”, disse o autor do estudo Craig H. Zalvan, chefe do departamento de otorrinolaringologia no Hospital Phelps, em Nova York. “Muitos pacientes com sintomas de refluxo ficam melhores após o controle da alimentação.”

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