Vida saudável

"Me sentia envergonhada de comer", diz Kesha sobre transtorno alimentar

Reprodução/Instagram/@rollingstone
Kesha falou sobre seus transtornos alimentares na capa da "Rolling Stone" Imagem: Reprodução/Instagram/@rollingstone

Do UOL, em São Paulo

12/10/2017 12h22

Kesha deu uma entrevista para a revista "Rolling Stone" onde contou como foi sua batalha contra os transtornos alimentares e de quando, finalmente, decidiu procurar ajuda.

Segundo ela, tudo começou com a pressão de que ter determinado peso a ajudaria a ser bem-sucedida na indústria da música. Com isso, em determinado momento, a cantora pensou que o correto seria parar de comer. "Eu realmente tinha na minha cabeça que não deveria comer comida de verdade", lembrou a cantora.

"E se eu comia, me sentia muito envergonhada e me forçava a vomitar, porque pensada: ‘Oh meu Deus, não acredito que eu fiz isso'", contou. Enquanto isso, ela recebia inúmeros elogios por sua aparência. "As pessoas diziam: ‘O que quer que você está fazendo, continue! Você está tão bonita, tão estonteante!'"

Kesha lembrou do quanto as coisas ficaram tensas. "Eu estava cheia de ansiedade dentro de mim, de que as pessoas iriam perceber ou algo assim. Até o momento em que eu tive que dizer: 'F*da-se isso. Eu estou com fome!'. Tremia e fiquei muito brava que tinha deixado aquilo chegar naquele ponto", afirmou.

"E, então, eu só pensava no quanto estava com fome. De tão ansiosa, só pensava em todos os momentos secretos em que estava fingindo comer e nas outras vezes em que vomitei a comida, mas tentando esconder das outras pessoas".

Em tratamento

Foi pouco depois disso, relembrou Kesha, que ela soube que precisava buscar ajuda. E pediu para a própria mãe encontrá-la depois de uma festa. "Eu já não sabia mais como comer. Naquele momento, havia esquecido como fazer isso".

Sua mãe, então, a acompanhou até a reabilitação, onde Kesha contou com a ajuda de uma nutricionista. Desde o início da recuperação, a cantora tornou aberta sua luta.

Tanto que apareceu em um vídeo da Associação Nacional de Transtornos Alimentares dos Estados Unidos, pedindo que qualquer outra pessoa que sofra do mesmo mal peça ajuda, visto que essas doenças mentais potencialmente mortais continuam sendo envoltas em segredo e vergonha.

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