Comportamento

'Ela mordeu lá... E sangrou': histórias de sexo a três que deram errado

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Marcos Candido

Do UOL, em São Paulo

23/09/2017 04h00

Sempre circulam várias dicas de como o sexo a três pode dar uma animada na relação, dicas para quem quer iniciar e até roteiros de férias para os praticantes... Mas, como em qualquer relação sexual, o "ménage à trois" também tem seus perrengues - lguns bem (bem!) indesejáveis. Fomos conhecer as histórias de pessoas que toparam transar em trio e enfrentaram de dilemas éticos a lesões nunca desejáveis. Os nomes foram alterados para preservar os entrevistados.

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    Alguém chama o SAMU

    "Conheci um casal na faculdade e tive um crush pelos dois. Um dia, eles me chamaram para um ménage. Fomos a um motel e tiver que ir 'escondida' no banco de trás. Achei desconfortável, mas topei. No quarto, ele ficou só olhando enquanto eu estava com a menina.Até que ele decidiu se unir a nós e, enquanto a namorada dele me chupava, ele quis meter com mais força nela. Eis que a cabeça dela foi para a frente com tudo e ela meteu os dentes em mim. Sim, lá embaixo. Comecei a sangrar sem parar. Entrei em pânico e fomos embora. Na saída, a funcionária da recepção me viu no carro e dobrou o preço pelo quarto. A menina me tirou um pedaço de pele. Tive que ir ao médico e prometi que nunca mais toparia uma aventura dessa. Ah! Ninguém gozou". Cristina, 26 anos, bióloga

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    Cócegas sadomasoquistas

    "Foi meu único ménage. Eu era a fim de uma menina que estudava comigo durante um intercâmbio em Londres. Ela me dava a moral da década e eu, obviamente, retribuía. Ela me convidou para ir a um bar e aceitei empolgadíssima. Quando cheguei, ela estava com um namorado. Fiquei surpresa. Ela disse que não contou antes por receio que eu não aparecesse. Nas regras do relacionamento deles, ambos só poderiam ficar com outras pessoas juntos. Sou lésbica, então a ideia parecia meio maluca. Como já tinha mil cervejas na cabeça, estava mega interessada e em outro país, me perguntei: por que não? Quando fomos para a casa dele, perto do bar, percebi que eles não tinha me dito um 'pequeno' detalhe: eles curtiam um sexo sadomasoquista pouco convencional: eles tinham tesão em fazer cócegas. Eles me amarraram, pelada, na cama e fizeram cócegas até quando quiseram e, olha a situação... Não tinha nem como gozar. Depois me soltaram e transei com a menina, com o cara assistindo. A última parte foi legalzinha, até". Thais, 26 anos, publicitária

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    Copo meio cheio

    "Fomos a um swing por curiosidade, como muita gente faz e estava constrangedor de tão vazio: dois caras andavam de roupão e uma ou duas mulheres tomavam drinks em um bar. Eu e minha namorada começamos a conversar com a recepcionista. Ela era jovem como a gente e dava várias pausas no trabalho para ir até a área de fumantes, onde passamos boa parte da noite. Resumindo: terminamos na casa dela. Como não tínhamos combinado nada de antemão, fiquei sem saber muito bem como reagir. Não sabia quais eram meus limites ou se havia limites para transar com outra pessoa. E, bem, ali eu tinha que comparecer. Priorizamos a recepcionista, depois minha namorada. Quando chegou na minha vez, fiquei um pouco nervoso. Meia-bomba é o termo. Não foi ruim, mas não gozei e fiquei um pouco frustrado. Pregam que o sexo a três é status máximo do homem hétero e eu não havia prestigiado como deveria. Mas foi gostoso ver as duas". Fernando, 24 anos, engenheiro

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    'Tava ruim, mas também tava bom, mas parece que agora piorou (e melhorou)'

    "Meu marido aceitou fazer um ménage. Depois de uma ou duas relações, ele disse que tinha perdido o tesão no cara que escolhemos. Mas eu mantive uma amizade com o terceiro, só pelo sexo. Passamos seis meses juntos escondidos, mas me apaixonei pelo amante. Eu estava casado há quatro anos e, quando meu marido descobriu, ficou com ódio, mas me perdoou. Eu tentei me afastar do amante, mas nos encontramos por mais três anos. Mas o amante foi se tornando psicótico e ia atrás de mim e dos meus amigos. Chegou a intimidar e a invadir a casa de um amigo próximo. Terminamos. Contei ao meu marido oficial sobre o amante e a perseguição, e ele me perdoou novamente. A melhor parte veio depois de tudo isso: o amigo, que foi agredido e teve a casa invadida pelo meu amante, interessava a mim e a meu marido. Acabou que ele veio em casa, certa vez, e nós nos beijamos. Foi só uma questão de tempo até que meu marido, também doido por ele, topasse um novo ménage. Dessa vez, deu certo. Desde 2015, nós três vivemos como namorados". Carlos, 31 anos, promotor de eventos

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    Fazemos carretos

    "Não foi planejado. Uma amiga me pediu uma mão na mudança do namorado dela. Estávamos lá, os três carregando caixas, quando decidimos comprar algumas bebidas... Quando a garrafa acabou, já estávamos muito loucos. Nem lembro como o ménage começou. Só recordo de pensar: 'Nossa, esse pinto é pequeno demais'. Então curti bem mais minha amiga do que o cara. Mas não acaba aí. Acordei com uma 'ressaca' moral no dia seguinte e, para piorar, o namorado da minha amiga tentou me comer enquanto ela dormia. Eu me fingi de morta e voltamos a dormir. Depois que todos acordamos, decidimos nunca mais falar sobre o caso. Eis que, durante a tarde, um amigo do cara chega na casa para levar os últimos móveis da mudança. Ele olha para o namorado da minha amiga e dá 'parabéns pelas duas'. Ficamos mordidas: ele já havia contado. O casal começou a brigar e eu também resolvi falar sobre a tentativa dele me comer, sem ela, pela manhã. E eles terminaram'. Marcela, 27 anos, dentista

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