Comportamento

Pegos na hora H: histórias de quem já foi flagrado durante a transa

Getty Images
Imagem: Getty Images

Carolina Prado e Gabriela Guimarães

Colaboração para o UOL

26/10/2017 04h00

Tem coisa mais embaraçosa do que ser surpreendido transando? Se você nunca passou por essa saia-justa, com certeza já ouviu uma história assim. A seguir, quatro mulheres contam as vezes em que nem tiveram chance de vestir as calças.

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“Eu estava de quatro”

“Meu pais dormiam e meu irmão estava jogando videogame com uns amigos, na sala, quando decidi ir para o quarto, transar com meu primeiro namorado. Tínhamos um pequeno problema: em casa, não era permitido fechar e trancar a porta do quarto, principalmente com o namorado dentro. Achamos que deixá-la semiaberta resolveria o problema. Começamos a transar meio que de roupa mesmo, para tentar disfarçar, caso alguém chegasse. Eu estava de quatro quando meu irmão entrou do nada e viu aquela cena maravilhosa. Paramos na hora, ficamos os três rindo de nervoso. Aí, meu irmão perguntou: 'Por que vocês não fecharam a porta pra fazer isso?'. Nunca mais tocamos no assunto.” Luiza, 25 anos, bióloga

“Tive que responder se usava camisinha”

“Eu sempre ia na casa dele à tarde, para transarmos. Ficávamos sozinhos, porque a mãe dele só chegava depois das 18h do trabalho. Um dia, decidimos que seria legal transar na cama de casal dela – a de solteiro era muito pequena. Deixamos a porta meio aberta e mandamos ver. Só que ela voltou para casa mais cedo e não ouvimos. As nossas roupas estavam todas no corredor. Nos demos conta, quando ela bateu na porta do quarto e disse ‘cheguei’. Ficamos desesperados e eu comecei a chorar de vergonha. O boy pegou nossas roupas, eu me vesti, passei de cabeça baixa por ela, que perguntou: ‘Vocês usam camisinha, né?’. Dissemos que sim. Ela disse, então, para nas próximas vezes usar o quarto dele, não o dela. Nunca mais tive coragem de voltar lá.” Luísa, 28 anos, analista de marketing

“Que putaria, é essa?”

“Aconteceu no Ensino Médio, há uns cinco anos. Meu vizinho me chamou para ir na casa dele, porque estava sozinho. Eu fui. No meio da nossa transa, o telefone começou a tocar. Eu perguntei se ele não ia atender, ele disse que não. Mas devia, viu! Era a mãe dele avisando que tinha mudado de ideia e estava voltando para casa. Cinco minutos depois, ouço a porta da sala abrir. E vozes. Tentei, desesperadamente, pegar minha roupa, mas não deu tempo. A irmã dele abriu a porta do quarto e estávamos lá, pelados e com cara de culpa. Ela chamou a mãe, é claro. A mãe dele começou a gritar: ‘Que putaria é essa na minha casa?’. Pra piorar, ela ainda contou pra minha mãe. Lógico que nunca mais rolou nada entre eu e o vizinho.” Vanessa, 21 anos, estudante

“Mãe, não olha!”

“Todo dia almoçávamos na casa dele, onde morava com os pais e a irmã. Um dia, depois de comer, fomos para o quarto. Estávamos lá no bem bom, meio que com coberta, meio que sem coberta, mó silêncio. Até que escuto meu despertador tocar, porque era hora de trabalhar. Só que eu tinha esquecido o celular na sala! A mãe dele veio correndo, toda querida, para me entregar o celular. E a porta do quarto não estava trancada. Ela abriu quando eu estava sentada, quase gozando, mó gostosura. Só deu tempo de ele jogar a coberta em mim e dizer para ela: ‘mãe, não olha! Não olha!’. Ela, então, veio caminhando na nossa direção, com um braço cobrindo os olhos e o outro esticado à frente, para entregar o celular. Para piorar, na casa ainda tinham duas ou três tias dele. Mas deu tudo certo, anos depois nos casamos.” Luciana, 30 anos, gerente de negócios

“A minha bunda estava para cima”

“Eu e ele decidimos ir para a casa mais cedo, transar no quarto dele, enquanto nossos pais estavam numa quermesse. Só que a gente não percebeu o tempo passar e meus pais chegaram na porta da casa, para me chamar para ir embora. No impulso para me avisar, o pai dele abriu a porta do quarto com tudo – coisa que nunca tinha feito antes! E a minha bunda estava lá, para cima, bem de frente para a porta. A luz estava acesa, é claro. Rapidamente, ele pediu desculpas e saiu. Foi péssimo! Só voltei lá de pois de cinco dias. E agi como se nada tivesse acontecido.” Jéssica, 20 anos, estudante

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