Vida no trabalho

Você é compulsivo por trabalho?

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Algumas pessoas se desligam tão fácil das ocupações profissionais que podem negligenciar o trabalho. Outras colocam a carreira como prioridade incontestável. Para saber de qual extremo você está mais próximo, basta fazer o teste elaborado com a colaboração de Rachel Debski, psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo)

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    Sim, é compulsivo

    Uma das características da compulsão é o foco colocado em determinado objeto, no caso o trabalho, do qual a pessoa sofre para se desligar. E esse parece ser o seu quadro, já que frequentemente você negligencia outras áreas da vida, como a relação com os amigos, para se dedicar à carreira. "Uma pessoa compulsiva por trabalho se impõe um padrão de perfeição difícil de ser alcançado. E insistir nesse comportamento pode afetar seriamente a saúde, tanto física quanto mental", afirma a psicóloga Rachel Debski

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    Não, mas está exagerando

    Você ainda não desenvolveu um quadro característico de compulsão, mas pode estar no limite. Por isso, é bom ficar atento à sua postura no trabalho e fora dele daqui em diante. "Estabeleça metas profissionais e pessoais em sua rotina. Programe atividades recreativas, envolvendo familiares e amigos, que o ajudem a relaxar", diz a psicóloga Rachel Debski. Ela afirma que esse equilíbrio vai repercutir positivamente em todos os setores da vida, incluindo o profissional, gerando mais produtividade

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    É equilibrado

    Você gosta do que faz no trabalho, mas também tem prazer em cultivar hobbies e em conviver com a família e com os amigos. Por isso, está em uma situação de equilíbrio, que é bastante satisfatória. "Pessoas com essa postura sabem ser dedicadas quando o trabalho exige mais. Porém, no dia a dia, conseguem estabelecer limites que respeitem as próprias necessidades e os projetos pessoais. Elas têm o cuidado de não transformar uma sobrecarga excepcional em rotina", afirma a psicóloga Rachel Debski

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    Não dá importância ao trabalho

    Você encara o trabalho como uma necessidade e não como uma forma de se desenvolver e obter satisfação. Por isso, nem precisa sair da empresa para se desligar dele. Mesmo quando está envolvido em um projeto importante, deixa de utilizar todo o seu potencial. O que evidentemente pode atrapalhar o crescimento profissional. "É necessário que exista um equilíbrio entre o trabalho e a vida fora dele. Ficar em um ou outro extremo pode ser igualmente prejudicial", afirma a psicóloga Rachel Debski

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